sábado, 30 de junho de 2012
Eu me olho no espelho e sei que não sou nada.
A dor invade o meu peito e as lembranças ruins tomam a minha cabeça.
Eu quero vomitar todos esses sentimentos inúteis, quero tirar essa dor de mim, você não está aqui para me fazer bem e isso está me matando.
Por que você não está aqui? Você não era só meu? Sua atenção não era só minha? Então por que não está aqui... Quem está te tirando de mim?
Eu sou um monstro que as vezes finge ser um anjo, mas eu estou podre por dentro e tenho medo que você me jogue fora de novo.
Mas ai você volta da escola e me abraça, me abraça forte e enxuga minhas lagrimas e me faz ver que todos os pensamentos ridículos anteriores... Eram uma completa mentira.
Roberta Sanchez.
Abra mais a sua mente, saia de dentro dessa gaiola. As coisas não são tão terríveis quanto parecem. Tente rir dos seus problemas, e eles parecerão tão idiotas quanto minhocas dançando ballet. A vida é açucarada, e você é forte. Esquece o mundo e sorri, o segredo de tudo é não estar nem ai.
Maria Guimarães.
Maria Guimarães.
segunda-feira, 25 de junho de 2012
O louco de escrever sem motivos é que quando a gente pega a
caneta, a mão parece cheia e a mente vazia. As palavras vão saindo e a gente nem pensa em
nada. E ai depois do ponto final, nós podemos respirar e ler
o que foi escrito, e em fim descobrir no que a gente pensa de verdade, o que é
afinal que passa na nossa mente. É engraçado, e na verdade nem sei se isso faz
algum sentido. Talvez alguém que também escreva coisas de vez em quando me
entenda , talvez alguém que também é meio estranho me entenda, ou talvez
ninguém me entenda mesmo, o que é de se esperar.
Mas o que quero dizer, é o quão crucial é este instante após o ponto final, este instante em que você respira e lê. É claro, que depois disso, a gente odeia tudo que tá escrito, amassa e joga fora. Mas o interessante de ler o que você escreve, é ver que na verdade sua cabeça não está tão vazia, alguma coisa passa nela, e essa alguma coisa está ali, bem em baixo do seu nariz naquele pedaço de papel.
É delicioso conhecer sua própria mente, e eu diria até que a minha é bem doce, apesar de que eu venho tentando azeda-la. Pior que quanto mais eu tento menos consigo, e quanto menos consigo mais azeda eu mesma fico.
O que me revolta neste momento, e me torna um verdadeiro limão,é o fato de que este instante do qual falo, o instante após o ponto final, perdeu toda a graça pra mim. Ele já não possui mais mistérios, ele já é totalmente esperado. A muito tempo não tenho a expectativa de respirar e ler o papel para descobrir quais são os meus pensamentos, por conta de um simples e odioso motivo: meus pensamentos tem sido sempre os mesmos. Da primeira vez, foi até engraçado. Eu terminei com meu ponto final, respirei, e achei você ali, naquelas palavras. Da segunda vez eu escrevi, respirei, li e percebi que de novo, aquilo tudo era sobre você, era pra você. Mas da terceira e da quarta, foi perdendo a graça. Na quinta vez, confesso, que após o ponto final, no momento em que respirei, já sabia até o que ia ter que ler.
Acontece que os meus pensamentos são seus, e quanto mais eu luto contra eles, mais me afundo e mais me frustro ao perceber que eles sempre, sempre, sempre me vencem.
Mas, nada disso importa agora que eu devo lhe informar que você está convidado se retirar da minha cabeça. E isso não é um pedido, isso é uma ordem de despejo. Você tem meia hora pra arrumar suas coisas e partir. E se possível antes de sair, arrume toda a bagunça que você fez aqui e deixe a casa limpa para novos pensamentos habitarem.
Eu já te fiz tanto poema, tanta frase e pensamentos. Já te escrevi tanta coisa, e tudo sempre do mesmo jeito: Escrevo, respiro, leio e quem eu acho? Você, você, você.
Mas chega, tudo isso acabou, viva a liberdade do meu crânio!
Infelizmente hoje, você está aqui de novo se intrometendo entre as minhas palavras. Hoje eu peguei a caneta e penseiem escrever. Pensei
em escrever sobre aquele instante legal, depois do ponto final. Aquele instante
que você respira e... AH! Esquece!! Ninguém nem se lembra mais de quando falei
isso, nem de que instante é esse, por que você veio de novo se enfiar no meio
da história, me fazer esquecer do que eu tava falando, me tirar do foco e ...
Ai...
sabe o que é?
É que hoje eu peguei o papel e a caneta e resolvi escrever sobre alguma coisa qualquer...
E eu jurei pra mim que dessa vez não seria pra você ...
Mas agora...
é (ponto final)
Mas o que quero dizer, é o quão crucial é este instante após o ponto final, este instante em que você respira e lê. É claro, que depois disso, a gente odeia tudo que tá escrito, amassa e joga fora. Mas o interessante de ler o que você escreve, é ver que na verdade sua cabeça não está tão vazia, alguma coisa passa nela, e essa alguma coisa está ali, bem em baixo do seu nariz naquele pedaço de papel.
É delicioso conhecer sua própria mente, e eu diria até que a minha é bem doce, apesar de que eu venho tentando azeda-la. Pior que quanto mais eu tento menos consigo, e quanto menos consigo mais azeda eu mesma fico.
O que me revolta neste momento, e me torna um verdadeiro limão,é o fato de que este instante do qual falo, o instante após o ponto final, perdeu toda a graça pra mim. Ele já não possui mais mistérios, ele já é totalmente esperado. A muito tempo não tenho a expectativa de respirar e ler o papel para descobrir quais são os meus pensamentos, por conta de um simples e odioso motivo: meus pensamentos tem sido sempre os mesmos. Da primeira vez, foi até engraçado. Eu terminei com meu ponto final, respirei, e achei você ali, naquelas palavras. Da segunda vez eu escrevi, respirei, li e percebi que de novo, aquilo tudo era sobre você, era pra você. Mas da terceira e da quarta, foi perdendo a graça. Na quinta vez, confesso, que após o ponto final, no momento em que respirei, já sabia até o que ia ter que ler.
Acontece que os meus pensamentos são seus, e quanto mais eu luto contra eles, mais me afundo e mais me frustro ao perceber que eles sempre, sempre, sempre me vencem.
Mas, nada disso importa agora que eu devo lhe informar que você está convidado se retirar da minha cabeça. E isso não é um pedido, isso é uma ordem de despejo. Você tem meia hora pra arrumar suas coisas e partir. E se possível antes de sair, arrume toda a bagunça que você fez aqui e deixe a casa limpa para novos pensamentos habitarem.
Eu já te fiz tanto poema, tanta frase e pensamentos. Já te escrevi tanta coisa, e tudo sempre do mesmo jeito: Escrevo, respiro, leio e quem eu acho? Você, você, você.
Mas chega, tudo isso acabou, viva a liberdade do meu crânio!
Infelizmente hoje, você está aqui de novo se intrometendo entre as minhas palavras. Hoje eu peguei a caneta e pensei
Ai...
sabe o que é?
É que hoje eu peguei o papel e a caneta e resolvi escrever sobre alguma coisa qualquer...
E eu jurei pra mim que dessa vez não seria pra você ...
Mas agora...
é (ponto final)
Maria Guimarães.
Pare
de viver de momento, de fazer as coisas sem ao menos pensar 5 vezes! Quer um
conselho? NUNCA acredite naquelas velhas frases que dizem: Siga seu coração e
não sua cabeça. não, não... Não faça o que você tem vontade, faça o que você
acha certo. Não viva como se fosse o seu ultimo dia, não faça como se fosse a
última vez, você não vai morrer amanhã! Um minuto não é uma vida, por isso não
troque o que importa agora
pelo que importa sempre. Eu sei, eu sei. Também dizem por ai que conselho se
fosse bom se vendia e não se dava. Talvez por isso esse seja inteiramente
grátis. Mas não importa, o conselho está dado.
Maria Guimarães
sábado, 23 de junho de 2012
Sabe por que eu odeio tanto as pessoas? Por que elas se distanciam, elas vão pra longe e te deixam sozinho, mesmo sabendo que elas vão voltar, elas por um breve momento vão pra longe e elas não sabem o quanto é doloroso, então se eu um dia me afastar lembre-se... Eu também me odeio.
- Roberta Sanchez.
- Roberta Sanchez.
quinta-feira, 14 de junho de 2012
Você é como um fantasma que vem me atormentar antes de dormir, me assombra, me faz ter medo, me faz chorar.
Você é a causa das minhas dores e dos meus remédios, você é a minha ausência de ar.
E a cada lagrima que eu derramo pensando em você, o mundo se torna menor e a esperança de que existe um futuro bom e bonito sem você comigo está tão distante.
A verdade é que eu não sei ficar sozinha, eu não consigo viver sem ter alguém que me carregue.
Depois que você passou pela minha vida eu não pude despertar mais os meus fantasmas.
Meus amigos criados em sonhos, que apenas existem na minha cabeça e que sussurram que me amam no meu ouvido.
E cada vez estou mais sozinha…
Sem ninguém, sem amor, sozinha e vazia.
Viveu a vida ouvindo para não chorar, mas ninguém veio enxugar-lhes as lagrimas, agora não consegue parar de fingir o sorriso.
Linda e toda enfeitada, não se reconhece na frente do espelho.
Cansada de sorrir forçadamente correi para quem a fazia sorrir de verdade, mas ele não estava mais lá, todos foram embora depois que o espetáculo perdeu a graça, e a deixaram sozinha.
E a loucura de seu coração voltou para si mesma, em seu interior, em sua mente onde tudo poderia ser criado, tudo que ela é a amaria completamente, tudo que só existia dentro da sua cabeça, para que todos chamassem seu nome de novo e de novo.
Sem que nada fosse real.
Roberta Sanchez.
O inicio de uma vida
O inicio de uma loucura
Para as pessoas que eu não consigo abrir meu coração,
você pode achar partes deles aqui.
Eu não sei abrir meu coração para certas pessoas.
Para outros, as palavras escorregam como manteiga.
E não faça essa cara de quem está magoado comigo,
simplesmente você que é tão próximo de mim,
as palavras não saem da minha boca.
Não diga o que sente por mim, se eu não o correspondo,
eu quero me afastar de tudo que me trás lembranças ruins.
Esconda o seu rosto e me mostre o seu coração,
não consigo amar seu rosto,
mas seu coração tem um gosto delicioso.
Toque os meus cabelos já que eu lhe permiti,
diga que me ama e talvez você consiga
fazer com seja sincera com você.
Roberta Sanchez.
Toque os meus cabelos já que eu lhe permiti,
diga que me ama e talvez você consiga
fazer com seja sincera com você.
Roberta Sanchez.
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